Escova


Cuidados ao escolher o método de alisamento

Há pouco mais de cinco anos, a escova progressiva ganhou o Brasil com a promessa de alisar os cabelos de maneira rápida e eficiente. Mas irregularidades na fórmula levaram a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a proibir a comercialização dos produtos que tivessem mais de 0,2% de formol – um agente altamente tóxico e nocivo à saúde. 

Não tardou para que opções clandestinas surgirem, e essas perduram até hoje. Segundo uma pesquisa feita pela Insider e publicada no jornal Folha de S. Paulo, mais da metade dos salões de beleza do Rio de Janeiro e de São Paulo ainda oferecem alisamento com formol. 

Segundo Erica França, especialista em cosméticos da ANVISA, o formol só tem função de conservar o produto capilar, ou seja, impedir contaminação por microorganismos. “A concentração permitida não tem efeito alisante”, explica.

Conhecida no exterior como “Brazilian Blowout Solution”, a progressiva vem causando problemas também nos EUA. A técnica está sendo investigada por órgãos de saúde após clientes apresentarem reações adversas. Testes comprovaram que o produto apresentou de 4,85% a 10,6% de formol em sua fórmula, apesar do rótulo não informar. No Canadá, mais manifestações. Após duas semanas do alerta americano, foram encontrados produtos com até 12% da substância controlada. A recomendação é para que os profissionais parem de usar o alisante brasileiro.

Mas a boa notícia é que o cabelo pode sim ser alisado sem a necessidade do uso de formol. Listamos abaixo técnicas similares livres do perigoso componente químico. Para ter certeza de que sua escolha é a mais correta, vale bater um papo franco com o seu cabeleireiro, pesquise dados sobre o fabricante do produto e, só depois de tudo isso, parta para a ação.


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